sexta-feira, 29 de julho de 2011

Shabbat Shalom

Eu me lembro de cantar na Escola Sabatina: “O sábado é um dia feliz, um dia feliz [...] amo cada sábado.” Quando criança, eu ficava feliz por não haver nenhuma tarefa ou lição de casa para fazer no sábado. Era maravilhoso poder sintonizar-me nas canções de adoração e canais cristãos quando o pôr do sol dava fim à sexta-feira. Nesse dia eu usava meu melhor vestido e comia a melhor comida.

Conforme fui crescendo, entendi que o sábado é um dia feliz por causa dAquele que me resgatou do pecado e criou o mundo para que eu habitasse nele. Podemos, entretanto, ter todos esses benefícios e, ainda assim, não estarmos realmente adorando. Precisamos retornar à essência da adoração para compreender de quem ela trata: Jesus.

Somente colocamos Jesus no centro de nossa adoração quando nos entregamos completamente a Ele, obedecendo à Sua lei e declarando ao mundo que somos leais ao Criador. Nossa adoração e a guarda do sábado são reflexos de nossa redenção por Seu intermédio. O ato de adorar a Deus é um símbolo de santificação e lealdade ao nosso Criador. Êxodo 31:13 e Ezequiel 20:12 nos lembram de que o sábado é um sinal entre Deus e Seu povo. Ele instituiu o sábado para todas as pessoas como um memorial da criação e requer que nós o observemos como um dia dedicado ao descanso e à adoração. O sábado deve ser um dia para estabelecermos uma comunhão prazerosa com Deus e também com os outros.

A observância do sábado, no entanto, representa muito mais do que frequentar uma igreja. Significa relacionar-se intimamente com Cristo. Constantemente, usamos o sábado para fazer distinção entre os adventistas do sétimo dia e outras denominações, mas falhamos em conectá-lo com a verdadeira adoração e com as razões pelas quais deveríamos observá-lo como dia santo.


Helyne FrederickMt. Rose, Granada

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